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Um estudante gaúcho. Um profissional paulista. Uma paixão em comum: a Engenharia de Produção

Acompanhe a entrevista com Alex Ajala de Souza e com Jorge Henrique Momesso Friche. Eles contam porque resolveram seguir carreira na área da Engenharia de Produção.





Por Selma Miranda


Em 17 de dezembro é comemorado o dia de um dos profissionais mais versáteis do mercado de trabalho, o engenheiro de produção.

De acordo com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo  (CREA-SP), os engenheiros de produção são preparados para projetar, implementar e gerir sistemas integrados de pessoas, materiais, equipamentos e informações, sempre em busca de resultados econômicos eficazes e de sustentabilidade responsável.

As Faculdades Integradas de Bauru (FIB) oferecem o curso de Engenharia de Produção desde 2014. A nota 4, a partir da avaliação do  Ministério da Educação (MEC), o destaca como uma graduação de excelência no cenário nacional.

Com uma proposta de ensino na prática (por meio de vivências, visitas técnicas e atividades nos laboratórios), o engenheiro de produção formado na FIB reune amplos conhecimentos de engenharia, planejamento, projeto e gerência de sistemas organizacionais que envolvem recursos humanos, materiais, tecnológicos, financeiros e ambientais.

Para ajudar os vestibulandos que podem estar em dúvida sobre seguir na carreira, apresentamos uma entrevista com um estudante de Engenharia de Produção da FIB e outra  e com um profissional já formado pela mesma faculdade. Eles contaram suas experiências e sobre o processo de aproximação da área.

Não tem como não se apaixonar por esta carreira que tem mercado garantido nas grandes, médias e pequenas empresas.

 

Acompanhe.

***

 

O estudante gaúcho

Alex Ajala de Souza tem 30 anos e é natural de Guaiba (RS). Ele está no 5° ano de Engenharia de Produção da FIB e veio transferido da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).


FIB: Por que você escolheu fazer especificamente o curso de Engenharia de Produção?

Alex: Sempre trabalhei com produção e sempre consegui me entender bem com processos, procurei aprofundar em conhecimentos dos quais eu tinha gosto em trabalhar. Confesso que na época queria ter começado na engenharia mecânica, porém com passar do tempo  fui me apaixonando pela Engenharia de Produção.

 

 Por que escolheu fazer sua faculdade na FIB?

Alex: Logo que cheguei em Bauru,  comecei a procurar as faculdades existentes na cidade e ouvi falar de três que ofereciam o curso de Engenharia de Produção. Então resolvi fazer pesquisas para saber como era o conceito de cada uma. Primeiro destaque para a FIB pois só encontrei elogios. Logo após, fui até a FIB e fui extremamente bem recebido e isso pra mim foi muito decisivo, pois me mostrou o quanto a FIB prezava pelos alunos, em especial para nossa querida professora Tatiene Martins [coordenadora do curso], que me deu todo suporte mesmo sem poder naquele momento.

 

Conte um pouco sobre suas vivências e como tem sido ser aluno do curso de Engenharia de Produção da FIB.

Alex: Sempre trabalhei com linhas de produção e sou apaixonado por este ramo, comecei minha carreira trabalhando na Souza Cruz , em seguida fui para CMPC celulose riograndense e nesse ano aceitei um desafio de participar do projeto Star da Bracell.

Estudar na FIB tem sido gratificante. No inicio tive medo de como seria a didática da faculdade, pois vim de uma universidade que é considerada a 5º melhor no Brasil das particulares, então tive receio, mas logo no primeiro mês eu tive um ótimo retorno, fui bem recebido, colegas e professora muito educados, professores com uma ótima didática e dispostos a tirar dúvidas, além de nos atender fora de horário muitas vezes, então pra mim considero que fiz a melhor escolha .

 

Onde você trabalha atualmente e qual o seu cargo?

Alex: Atualmente eu estou trabalhando na Bracell como Operador de Sistema Digital De Controle Distribuído do Pátio de Madeiras, no qual comandamos e controlamos equipamentos remotamente por computadores.

 

Conte sobre sua rotina de trabalho. O que costuma desempenhar de atividade diariamente?

Alex: Hoje em dia como estamos em fase de projeto, concentrados em containers que chamamos de QG, e temos diversas atividades para realizar no dia a dia. Precisamos verificar as plantas do projeto, da montagem dos equipamentos, participar de reuniões com a gerencia para definição de temas para HAZOP, fazer inspeções na área afim de encontrar desvios que possam prejudicar o projeto, analisamos dados e capacidades dos equipamentos e uma seria de atividades que envolvem comissionamento do projeto.

 

Sua formação na FIB contribui para o profissional que você é?

Alex: Sem dúvidas, o conhecimento que adquiri na sala de aula estou conseguindo aplicar de forma eficaz nessa nova etapa da minha vida. A postura  que tenho hoje para enfrentar problemas que aparecem veio do tempo que passei em uma faculdade ouvindo muito e muitos mestres orientando como agir nas situações adversas, em críticas recebidas durante apresentações de trabalhos e tudo um pouco.

 

Fale dos seus planos profissionais depois que terminar a faculdade. O que pretende?

Alex: Logo após encerrar a faculdade, eu já pretendo emendar uma pós-graudação em gerenciamento de projetos, algo que estou me identificando muito devido ao projeto que estou participando. Quero seguir carreira no ramo da celulose, adquirindo cada vez mais conhecimento e agregando valor ao meu currículo.

 

Você se sente realizado por ter escolhido a Engenharia de Produção como carreira?

Alex: Sim, me sinto realizado pela escolha, pois aprendi muito durante esse tempo que estou faculdade, consegui aplicar muitos dos conhecimentos obtidos na Engenharia de Produção no meu dia a dia como profissional e no pessoal. A Engenharia de Produção me ensinou a parte técnica e administrativa de um processo, aprendi que para uma linha de produção rodar é necessário um trabalho em conjunto de todos os setores.

 

 

 

O profissional paulista

Agora, leia abaixo a entrevista com Jorge Henrique Momesso Friche. Nascido em Pederneiras, ele tem 32 anos e terminou a graduação em Engenharia de Produção pela FIB em 2019. Atualmente ele é gerente de produção da Ultrax, a  maior produtora independente de lubrificantes do Brasil.

 

 FIB: Porque você escolheu fazer o curso de Engenharia de Produção?

Jorge:  Sou técnico mecânico formado pela ETEC e desde os 18 anos atuo no setor industrial,iniciando como operador de produção até o cargo de Encarregado de produção, que exercia quando iniciei a faculdade. No ano de 2015, decidi voltar aos estudos e optei por Engenharia de Produção, pois precisava aperfeiçoar e adquirir mais conhecimentos relacionados ao gerenciamento da produção e consequente eficiência dos resultados.

 

 Por que escolher fazer sua faculdade na FIB?

Jorge: Minha namorada iniciou a graduação na FIB em 2014 e sempre falava muito sobre a estrutura e o corpo docente que a faculdade oferecia. Eu já possuía o interesse em ingressar na graduação de Engenharia de produção e em 2015, quando abriu a primeira turma, resolvi me inscrever no vestibular e conhecer de perto tudo o que a FIB tinha a oferecer.

 

Conte um pouco sobre sua trajetória profissional depois que saiu da faculdade.

Jorge: Com a graduação em Engenharia de Produção, obtive um aumento de visibilidade dentro da organização que atuava. Recebi uma proposta para trabalhar no departamento de redução de custos da empresa, onde atuei até outubrode 2020 no cargo de Analista de Projetos, liderando o Pilar de Manutenção Autônoma. Tive a honra de ministrar uma palestra aos alunos da FIB na semana da Engenharia de Produção e, recentemente, estou tendo a oportunidade de ocupar um cargo de gestão em uma empresa de lubrificantes, em Pederneiras.

 

Qual é a empresa que está trabalhando?

Jorge: Atualmente trabalho na Ultrax, em Pederneiras, a maior produtora independente de lubrificantes do Brasil, no cargo de Gerente de Produção.

 

Conte um pouco sobre sua rotina de trabalho. O que costuma desempenhar de  atividade diariamente.

Jorge: Foco no controle de produção visando atender aos clientes com pontualidade através da busca de melhoria continua e utilização de indicadores, busco o atendimento e efetividade dos equipamentos e processos.

 

Sua formação na FIB contribuiu para o profissional que você se tornou?

Jorge: Sem dúvidas. A minha graduação me permitiu uma ampla visão da área de atuação e também da aplicabilidade dos conhecimentos adquiridos no decorrer do curso, isso me tornou um profissional melhor com capacidade de enxergar soluções e evitar perdas.

 

Você se considera profissionalmente realizado? 

Jorge: Desde o início de minha atuação no mercado de trabalho meu objetivo era de, degrau em degrau, ter a oportunidade de assumir um cargo de gestão e assim, conseguir colocar em prática todo o aprendizado adquirido e tempo dedicado a essa capacitação. Hoje, a Ultrax me deu essa oportunidade e isso me faz sentir motivado a aplicar meu conhecimento e trazer resultados benéficos para a empresa.

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Nossos parabéns a todos os estudantes e profissionais de Engenharia de Produção!


A FIB está com inscrições abertas para o vestibular em Engenharia de Produção.

Conheça o curso de Engenharia de Produção da FIB.







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